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Demônios da Garoa no SESI – SJCampos

24 de outubro de 2010

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DEMÔNIOS DA GAROA

LOCAL: Teatro do SESI – Av. Cidade Jardim, 4389 – Bosque dos Eucaliptos. (livre | gratuito | capacidade: 2.000 lugares). Informações: (12) 3936-2611.

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“A VELHA QUE O TREM MATOU, MORREU”

por Ricardo de Carvalho Ribeiro
artekulação no “Ora, Bolas! Isso é que é Composição” em 24.out.2010

Que coisa boa assistir aos Demônios da Garoa homenageando os 100 anos do Adoniram Barbosa!!!

E mais uma vez parabéns ao Artekula pela excelente divulgação, valorizando a arte que acontece e circula nos mais diversos recantos de nossa cidade. E como tem coisa interessante e ótima pululando: exposições de artistas plásticos, oficinas, palestras, músicas e muito mais!!

Hoje no SESI foi um show de beleza: samba paulista de primeira, Adoniram com sua irreverência e ingenuidade; os Demônios da Garoa preservando a tradição articulada com o mais novo, Adoniram, Vinícius, Paralamas de Sucesso, chegando até à brincadeira com a difícil música que, segundo eles, vem sendo ensaiada há seis anos, mas que, com a linda participação do público, conseguiu ser interpretada: “a velha que o trem matou, morreu, a velha que o trem matou, morreu. Morreu a velha que o trem matou, morreu a velha que o trem matou”. Mas não foi pelo trem das onze.

Lamentável foi a má organização do evento. A começar pela pouquíssimas cadeiras arrumadas, e só aos poucos eram trazidas outras e entregues ao público, causando tumulto e incomodo. Será que os organizadores não contavam com a grande frequência e sucesso do evento? E o som, de péssima qualidade. Não só o atraso na montagem que os organizadores tentaram justificar. Injustificável para um evento dessa proporção, patrocinado pelo grande SESI. Empanando o brilho da iniciativa de promover um artista regional, no início do show. O menino de treze anos, Camilo Fraga e seu conjunto, de São Luiz de Paraitinga, foi bastante prejudicado pela má organização e péssima qualidade de som.

Mas, com tudo isso, valeu a pena! Os Demônios da Garoa continuam imortais e cada vez mais jovens. Emocionante!!!

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Roda de Choro na Literacia

16 de outubro de 2010

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RODA DE CHORO coordenado por Alexandre Wuensche e outros músicos locais e da região.

LOCAL: LITERACIA – Rua República do Líbano, 291, Jardim Oswaldo Cruz, São José dos Campos

O Roda de Choro acontece todo 3o. sábado de cada mês.

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RODA DE CHORO

por Ricardo de Carvalho Ribeiro
artekulação no “Ora, Bolas! Isso é que é Composição” em 17.out.2010

Sábado a tarde, depois de um bom almoço e vinho, o corpo pedindo cama, mas o Artekula propôs algo que parecia melhor, uma roda de choro. Isso mesmo, uma roda de choro que acontece mensalmente e numa livraria, a Literacia. Quis experimentar, e valeu a pena.

Roda de choro me trouxe recordações, lá dos idos dos anos oitenta quando, embaixo do viaduto da Penha, no Rio de Janeiro, aos domingos, os cavaquinhos e bandolins e violões e reco-recos e pandeiros e flautas iam chegando, se reunindo, trazendo seus músicos com seus banquinhos, e as cervejinhas geladas não podendo faltar. E era um desfile de gênios que ressurgiam das mãos de mestres com seus instrumentos: Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Benedito Lacerda, Chiquinha Gonzaga, Garoto, Donga, Luiz Bonfá e tantos outros. Era o Sovaco de Cobra se formando.

A roda daqui não deixa a dever. O lugar o mais acolhedor: jeito de casa da gente, mesas espalhadas no varandão nos fundos, livros olhando das estantes, o cachorro por vezes se manifestando. Aos poucos os músicos vão chegando, rodeando uns aos outros, os acordes crescendo e se articulando com o  cheiro contagiante da feijoada que começa a ser servida (que pena que eu já tinha almoçado). Um ar gostoso de improviso acompanhado do cuidado constante em atender bem: nos petiscos e nas bebidas, na atenção  que os promotores dedicam a todos.

Um violão, um cavaquinho, daqui a pouco mais outro e mais outro, então é a vez da flauta transversa aquecer a todos, e mais o pandeiro, e a coisa boa não para. Todos tocando tocados pelo prazer de tocar. E haja cervejinha gelada e coração quente! E não é a toa que os chorinhos tem esse nome, do tanto que mexem lá dentro da gente.

Que coisa boa de viver e reviver!! Torcendo pra que o terceiro sábado do mês logo chegue, pois essa roda de choro não quero perder.

Ricardo de Carvalho Ribeiro

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Exposição de Quadros – Flávia Fuga

15 de outubro de 2010

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Abertura 15/out – Exposição de Quadros – Flávia Fuga

Formada em Direito, a artista plástica Flávia Fuga pinta com as mãos. Desenvolveu uma técnica num estilo como o Tachismo, trabalhando com manchas e com vasta riqueza de cores. Acometida por uma paralisia cerebral ao nascer, marcou-se pela inteligência e pelo modo que escolheu estar na vida: com alegria e extroversão. Até hoje Flávia Fuga faz aulas com a também artista plástica: Luciana Melo. A abertura da exposição coincide com o aniversário da artista.

Local: EMPÓRIO INCONFIDÊNCIA – Av. Fortaleza, 3 – Pq. Industrial – SJCampos. Fone: 3933-7345

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Obs.: Flávia Fuga foi convidada para participar do “Ora, bolas! Isso é Composição” e compartilhar as suas sensações sobre pintar e expor. O texto abaixo foi escrito por ela, encaminhado por e-mail para divulgacao@artekula.com.br e a preocupação do ArteKula foi a de manter e respeitar o “como” a Flávia escolheu para se expressar.

Fuga, 28 anos

artekulação no “Ora, Bolas! Isso é que é Composição” em 17.out.2010

1. a experiência de pintar para mim é muito especial, sempre gostei de artes. na minha adolescencia comecei a pintar. com a Luciana mas fiz uma pausa para fazer faculdade porem sabia que iria voltar… a pintura me faz criar, e isso é muito legal. a arte plastica me ajudou muito quando estudava para realizar o exame de ordem. ela me dava tranquilidade.
2. essa exposição é muito especial por ser a minha segunda, e por ter sido aberta no meu aniversário.
3. eu tenho muito receio de mostrar meus quadros, pois não me acho experiente para fazer exposição, Mas acho que as pessoas gostaram do que viram.
4. as pessoas devem ter mais artes nas suas vidas

escolho ao acaso (as cores), quero dizer que elaboro o quadro na mente, e coloco na tela.
estou te enviando fotos dos meus quadros, ficaria muito honrada se você coloca las, em seu blog.

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gostaria muito saber sua opinião…

Flavia C. Fuga


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“I Tarde Cultural da Vila Rhodia”

11 de outubro de 2010
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11/out – atividades culturais – das 14h às 18h – SJCampos
I Tarde Cultural da Vila do Rhodia
Realização: Ponto de Cultura Velhus Novatus – Projeto Caminhos da Cultura – brincadeiras, arte, festa e diversão para as crianças.
INFORMAÇÕES/ CONTATO: Wangy Alves: (12) 9134-1534
Email: contato@velhusnovatus.com.br

Foto: Caren Ruaro
Adriana Barja e Paulo Barja (FOTO: Caren Ruaro)

Paulo Roxo Barja, 39 anos

artekulação no “Ora, Bolas! Isso é que é Composição” em 12.out.2010
Em primeiro lugar, há que se dizer: quando uma experiência inscreve-se verdadeiramente como “acontecimento NO artista” (muito feliz essa expressão), compartilhar isso é natural e importante.
Claro: há muitas formas de se fazer isso. Uma delas é simplesmente deixar fluir na forma de Arte as sensações oriundas desse contato com o público. Foi o caminho que tomou em mim essa reflexão, no que se refere ao evento da Vila Rhodia. Quando há um encontro feliz, acho que uma das primeiras sensações é gratidão (é por isso que, ao ver um trabalho artístico que me toca muito, gosto de procurar o autor e dizer a ele: obrigado). Todas as partes que se encontram, de um jeito ou de outro, agradecem. Acredito nisso.
Outra coisa: a meu ver, quando uma experiência é muito significativa para o artista, ela desperta o que poderíamos chamar de “potencial transformador”. O artista mais fascinante é aquele que apresenta esse potencial transformador, e este potencial só se manifesta (e depura) à medida que o próprio artista se abre para a possibilidade de ser transformado pelo contato com o outro.
A generosidade está aí: no contato de igual para igual, na abertura para o “transformar-se”, que permite o “transformar”. Já estou com saudade da Vila Rhodia!
De uma canção dos Beatles (que um artista amigo meu sempre cita):
“O amor que se recebe é igual ao amor que se faz.” Acho que é por aí.
P.S.: Como diria o Ferracini: é uma questão de “Platô vibrátil” ressonante. Vida é vibração, Arte também.

Paulo Roxo Barja
http://paulobarja.blogspot.com/


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Opiniões sobre: Ora, Bolas! Isso é, Composição

10 de outubro de 2010

Olá pra vc também!!!!

“intonci”… “inda” [então…ainda] num tenho a minha expressão (da vida) em palavras para lhe enviar, mas quero lhe dizer algo sobre as suas palavras em cima do espetáculo infantil de hoje.

Parece-me que esse tal de Artekula tem mesmo funcionado como um dos canalizadores de seus dotes artístico-intelectuais. O texto é ótimo.
Que esse portal ajude as pessoas a também a canalizarem a dor, a idéia, a sensação expressa em arte e do jeito que vier e puder.
Abraços
Eliane Loyola, 12.out.2010

Parabéns!!!!!!!!!
É com grande alegria que recebo estes e-mails. Este em especial, você foi muito feliz nas colocações. SUCESSOOO!!!!!!!!
Torcendo muito.
abraço,
Quésia Kamimura, 12.out.2010

parabéns pelo email do ArteKula “ORA BOLAS”!!! Belíssima proposta e creio que está dado o chute inicial na artekulãção artístico-cultural.
Ricardo de Carvalho Ribeiro, 12.out.2010

Que legal!
 

Adorei a proposta!
Vou participar sim!
Saudações da atriz

Adriana Barja , 12.out.2010

(Cia Teatro da Cidade e Grupo “Bão Cantá”)

Muito bom o texto mas qual a distinção entre público e artista ?
Não esta tudo numa pessoa só ?
O que criamos ou não criamos é fruto de nossas vivencias. Ou da vivencia que queriamos ter. Ontem assisti no LIV o filme 21 gramas. E isto participa de mim.

Ontem enquanto pregava cartazes em Taubaté fotografava a cidade graças a bendita tecnólogia digital.
E ao acaso encontramos com Fernando Ito.
A vida é arte. E viver é uma arte. DEIXEMOS DE sobreviver e passemos a viver.
Beijos incendiários …

JOKA, 12.out.2010

 

 

ontem baixando fotos da Vila Rhodia e curtindo na cabeça tudo que se fez e que continua me transformando internamente, é algo muito bom e acho que casa com sua ideia do “Ora Bolas” inclusive… só não sei bem como escrever um “depoimento” agora, pois estou contaminado por… poesia! rsrs
Paulo Barja, 12.out.2010

 

Venho parabenizar sua intenção de propor, se não estou errado, a humanização das relações.
um sempre forte abraço cultural,
 

Julio Saggin, 12.out.2010

 

 

amei esse seu jeito especial de divulgar o seu trabalho
Lesle Maciel, 12.out.2010

Andréa, quantas perguntas, são interessantes, mandarei no email (indicado)alguma coisa que penso sobre esse tema arte/artista obra/espectador
artista / espectador e…………………..?
Entendi que a ligação com o evento do SESC seria pelas perguntas disparadas em sequência, assim como as crianças de 7/8/9/ anos? rsrsrs
Pitiu, 12.out.2010